quarta-feira, 16 de março de 2011

Renascimento

Venceu o turfe.

É o mínimo que se pode dizer do resultado das eleições presidenciais no Jockey Club de São Paulo, ocorridas na terça-feira, 15. A maioria dos sócios deu um “sonoro não” ao grupo que, durante longos e penosos seis anos, levou a entidade a uma situação de indigência administrativa, por privilegiar ambições políticas. Um resultado que aduba a esperança dos que amam as corridas.

Conheço apenas de vista o novo presidente e os seus principais auxiliares. Mas, a proposta da chapa vencedora de levar o Jockey a uma gestão minimamente profissional, me leva a acreditar que o turfe será outra vez a razão primeira dessa centenária agremiação.

Que assim seja!

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